Relatos de Viajantes 4x4

Rumo às praias do Pacífico - Chile, Bolívia, Peru,

Rumo às praias do Pacífico


Autor Marco Aurelio De Paoli
Noroeste Argentino - Atacama - Peru - 2011 - Argentina, Chile, Peru,

Relato de viagem realizada entre Janeiro e Fevereiro de 2011 tendo como pontos principais os seguintes destinos:

- Noroeste Argentino

- Atacama

- Sul do Peru e Estrada do Pacífico


Autor Jeison Krauspenhar
Província de Mendoza - Argentina e deserto do Atacama - Chile - Chile, Argentina,

Escolhemos voltar  mais uma vez à província de Mendoza e ao deserto de Atacama,  saindo do Brasil logo após o Natal de 2010. Há muito encanto em cada canto desta  região.

Acompanhe-nos nessa viagem super diferente pelos VINHOS, VALES E TERMAS da Argentina e pelos DESERTOS, LAGUNAS  e SALARES  do Chile.


Autor Jyoti
Puna com os amigos - Julho de 2010 - Argentina, Chile, Bolívia,

A “Puna de Atacama” (puna significa deserto em Quéchua e Atacama significa pato preto) é a região dos Andes onde fizemos esta Expedição. Ela é uma parte do Altiplano Andino localizada na região noroeste da Argentina. É uma região desértica e sem vegetação que fazia parte do território da Bolívia até o final do século XIX, quando foi tomada pelo Chile e Argentina depois da Guerra do Pacífico. Depois do final da guerra, no começo do século XX, houve ainda muita discórdia entre a Argentina e o Chile com relação às fronteiras. Hoje a maior parte da Puna é “compartilhada” pelos dois países limítrofes e a Bolívia ficou com uns 20 % da área original. O maior salar é o de Uyuni (Bolívia) e o segundo é o Arizzaro (Argentina). O Salar do Atacama (3º em tamanho) fica na parte chilena da Puna. A altitude nesta região varia entre 2.500 e 4.800 m nas partes planas, havendo montanhas de até 6.900 m. Ela contem muitos vulcões, salares, lagos salgados, minas ativas e minas abandonadas e planícies coloridas de areia. A flora é praticamente reduzida a uma vegetação rasteira e diversos tipos de cactus (entre eles os “cardones”).  A fauna tem a Vicuña, diversos tipos de “zorros” (lobos), raposas e outros pequenos mamíferos roedores, dentre eles a Viscacha. Nestas altitudes não há cobras ou qualquer animal peçonhento.

As grandes altitudes e a baixíssima umidade relativa do ar exigiram certo tempo de aclimatação, muita paciência com os nossos próprios organismos e cuidado no manejo do equipamento. Em Julho a temperatura estava suportável durante o dia (entre 2 e 16 oC), com muito vento, e muito fria durante a noite, chegando a muitos graus abaixo de zero de madrugada. Participaram dessa Expedição, Eu e a Tércia na Savana 2008 (Marylona), o João e a Marta na Savana 2005, o Neto, Fê e a Carol na Toyota Hi-Lux (2004) com suspensão Ironman, turbo e intercooler. Todas estavam equipadas para enfrentar o deserto, com snorkel (reduz a quantidade de poeira que entra no filtro), dois estepes, guincho, hi-lift, galões de combustível (40 L), pranchas para desatolar na areia, duas baterias, GPS, rádio e etc. Devido às baixas temperaturas, usamos aditivo anti-congelante no diesel a partir do trecho de Cachi até Fiambala. Na minha Savana ainda tinha um cilindro de oxigênio, para ser usado em caso de alguém passar mal em grandes altitudes.


Autor Marco Aurelio De Paoli
NOA 3 (2010) - Argentina e Chile - Argentina, Chile,

Relato da minha terceira viagem ao espetacular Noroeste Argentino (NOA) e parte do norte do Chile.


Autor Mario Renato
NOA 1 (2008) - Argentina e Chile - Argentina, Chile,

Relato da minha primeira viagem ao Noroeste Argentino em 2008. Seguramente uma das regiões mais bonitas e indescritíveis da América do Sul.


Autor Mario Renato
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